Walter Brandstetter, gerente clínico da divisão de HME da Samsung Brasil.

 

Na medicina diagnóstica, assim como em vários outros campos do conhecimento, a Inteligência Artificial, ou IA, está cada vez mais presente nos dispositivos eletrônicos. Essa integração ocorre a passos largos à medida que a tecnologia vigente permite avanços importantes para melhorar a compreensão e identificação das necessidades contemporâneas acerca das mais assertivas práticas diagnósticas.

 

A IA tem o claro objetivo de auxiliar os profissionais a fornecerem diagnósticos mais confiáveis, rápidos e consistentes aos seus pacientes. Na ultrassonografia não poderia ser diferente e a Samsung se orgulha de investir maciçamente em IA nos mais diversos setores diagnósticos como obstetrícia, urologia, radiologia e cardiologia fetal. A Inteligência Artificial presente nos equipamentos mais modernos ajuda na coleta e avaliação de uma grande parcela de dados simultâneos para identificar padrões e se consolidar com uma importante e indispensável ferramenta de apoio à decisão médica.

 

Acompanhamos de perto a evolução da Inteligência Artificial e já é possível ver como ela faz diferença no nosso dia a dia através dos dispositivos que usamos, seja nos celulares, nas Smart TVs ou em outros eletrônicos que são capazes de responder a comandos estimulados pelos seres humanos. Com esse avanço, conseguimos fazer pesquisas por um único comando de voz, iniciar ligações, entre diversas outras tarefas. E, na medicina, a IA pode nos levar a avanços ainda mais significantes.

 

Alguns dispositivos de sistema de ultrassom, como o modelo RS85, da Samsung, utilizam fusão de imagens e conseguem unir os resultados de uma ressonância magnética com a visualização em tempo real do sistema de ultrassonografia para gerar maior assertividade nas biópsias de próstata, por exemplo. Esse é só um dos primeiros passos que aprimoram o diagnóstico e a tecnologia dentro da medicina, mas o impacto pode ser ainda maior a longo prazo, se julgarmos a velocidade em que os avanços dos sistemas operacionais e dos softwares estão apresentando em outros segmentos.

 

Estima-se que os investimentos de tecnologia na área da saúde podem ultrapassar a casa do bilhão na América Latina até 2022. Esse investimento pode ser convertido em estudos, pesquisas e testes, além de novos equipamentos. Com isso, podemos esperar ainda mais novidades no segmento e reconhecer tanto os exames quanto os tratamentos podem ser melhorados a médio prazo.

 

Por Walter Brandstetter, gerente clínico da divisão de HME da Samsung Brasil.